terça-feira, 30 de julho de 2013

 
Os meus olhos encontram os teus…
As lágrimas aparecem em lugar das palavras, o coração enche-se, de tanto que não sabe dizer.
Os meus olhos encontram os teus, perdem-se do mundo, acham-se no Amor que derramam, iluminam-se na Luz que pulsamos.

domingo, 14 de julho de 2013

Quem sou?



E de tanta pele que já mudei, há dias em já não sei quem sou. E é nesses momentos, que a liberdade é maior.

terça-feira, 14 de maio de 2013

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Obrigada




Vamos tocar tambores, dançar na praia, vamos rir, ser livres e felizes, vamos abrir os braços ao vento, ao sol, à chuva. Vamos cantar alto, vamos ser leves, vamos ser gratos, porque a vida é tão bela, que por vezes nem há palavras para a descrever.
Vamos agradecer de coração.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Exactamente...


Saibamos nós dar o melhor exemplo, de Verdade, Honestidade, Amor, Felicidade, Alegria, Coragem. Para que quem se sinta perdido, possa sempre ter um farol, por onde se guiar.



A paz está no ar, está em mim, inunda-me, preenche-me. Não quero nada, não desejo nada, não sou nada. Há apenas este momento de felicidade absoluta, em mim e à minha volta.

quinta-feira, 25 de abril de 2013


"Assim, na primeira vez em que a mente se trona meditativa, o amor parece surgir como uma prisão. E de certo modo isso é verdade, porque uma mente que não é meditativa não pode amar realmente. Esse amor é falso, ilusório - mais uma paixão, menos próximo do amor. Mas você não tem nada com que o comparar, a menos que o verdadeiro ocorra: assim, quando começa a meditação, o amor ilusório começa a pouco e pocuo a dissipar-se e desaparece.
...
É só jejuar um pouco com o amor e as relações, e rapidamente será capaz de se mover de novo e de novo transbordar, comportar-se sem motivações. Então o amor será belo. E nunca é belo antes disso..."

Amor, liberdade e solidão, OSHO

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Vale a pena...

 
 
E vale a pena este caminho de auto-conhecimento, evolução, e superação. Apesar de alguns dia doer tanto, apesar de alguns dias parecer que só há sombra dentro de mim. Sei sempre, que no fim de cada travessia do deserto, as estrelas ficam cada vez mais brilhantes, e mais perto.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

 
"Não carrego malas pesadas de mágoas, aprendi a reduzir a bagagem do coração. Sei que a perfeição anda a passos largos de mim, isso não me aborrece, deve ser chato acertar sempre. Tenho sonhos e projetos para o futuro, mas, por enquanto, meu caminho é a estrada do agora."
Renata Fagundes

Largar o peso

 
Largar o peso que se carrega, todos os dias.
Ficar leve, cheirar o mar, sentir a areia.
Amar, amar, amar.
O céu, o mundo, a vida.
Sentir,
o sol na pele, a brisa nos cabelos, a alegria no coração.
Largar todo o peso, e apenas flutuar, ir parar às nuvens.
Ir até às estrelas.
Ser LIVRE!

Learn to love again


quarta-feira, 10 de abril de 2013


Queria escrever, queria encontrar as palavras, queria juntá-las de forma perfeita, para conseguir definir o que sinto. E no entanto, não as encontro, não as acho suficientes.
E enquanto as procuro... A tristeza mistura-se com o Amor, o Amor com as lágrimas, as lágrimas com o sorriso, o sorriso com a saudade, e a saudade com a certeza de que sempre, mas sempre, será tempo para te encontrar no meu coração.

terça-feira, 9 de abril de 2013


Caminho com os pés descalços, sem cadarços para me amarrar, sem ninguém para me impedir aonde chegar, sou andarilho em busca de meus sonhos e desejos, quem quiser pode me acompanhar, só peço uma coisa, não olhe mais para trás e viva!
  Vinícius Morais

Oração a mim mesmo

Que eu me permita olhar e escutar e sonhar mais.
Falar menos.
Chorar menos.
Ver nos olhos de quem me vê a admiração que eles me têm
e não a inveja que prepotentemente penso que têm.
Escutar com meus ouvidos atentos
e minha boca estática,
as palavras que se fazem gestos
e os gestos que se fazem palavras.
Permitir sempre escutar aquilo que eu não tenho me permitido escutar.
Saber realizar os sonhos que nascem em mim e por mim
e comigo morrem por eu não os saber sonhos.
Então, que eu possa viver
os sonhos possíveis
e os impossíveis;
aqueles que morrem
e ressuscitam
a cada novo fruto,
a cada nova flor,
a cada novo calor,
a cada nova geada,
a cada novo dia.
Que eu possa sonhar o ar, sonhar o mar,
sonhar o amar, sonhar o amalgamar.
Que eu me permita o silêncio das formas,
dos movimentos,
do impossível,
da imensidão de toda profundeza.
Que eu possa substituir minhas palavras
pelo toque,
pelo sentir,
pelo compreender,
pelo segredo das coisas mais raras,
pela oração mental (aquela que a alma cria e
que só ela, alma, ouve e só ela, alma, responde).
Que eu saiba dimensionar o calor, experimentar a forma,
vislumbrar as curvas, desenhar as retas, e aprender o sabor da exuberância que se mostra nas pequenas manifestações da vida.
Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos, fazendo-me parte suprema da natureza, criando-me
e recriando-me a cada instante.
Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamentos.
Que meu choro não seja em vão,
que em vão não sejam
minhas dúvidas.
Que eu saiba perder meus caminhos, mas saiba recuperar meus destinos com dignidade.
Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo:
— Que eu não tenha medo de meus medos!
Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis,
e desperte com o coração cheio de esperanças.
Que eu faça de mim um homem sereno
dentro de minha própria turbulência,
Sábio dentro de meus limites pequenos e inexatos,
humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas
(que eu me mostre o quanto são pequenas minhas grandezas
e o quanto é valiosa minha pequenez).
Que eu me permita ser mãe, ser pai, e, se for preciso,
ser órfão.
Permita-me eu ensinar o pouco que sei
e aprender o muito que não sei,
traduzir o que os mestres ensinaram e compreender a alegria
com que os simples traduzem suas experiências;
respeitar incondicionalmente o ser;
o ser por si só,
por mais nada que possa ter além de sua essência,
auxiliar a solidão de quem chegou,
render-me ao motivo de quem partiu
e aceitar a saudade de quem ficou.
Que eu possa amar e ser amado.
Que eu possa amar mesmo sem ser amado,
fazer gentilezas quando recebo carinhos;
fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas.
Que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só.
Amém.
 
Oswaldo Antonio Begiato

Regresso a casa

Cheguei aqui esquecida de tudo, sem saber qual o caminho, sem saber das ilusões deste mundo, sem medo, mas sem rumo. Deixei que me guiassem, que me mostrassem como viver nesta terra de ninguém. Deixei que me tornassem ainda mais amnésica do meu propósito, e vivi segundo o padrão, sentindo-me sempre fora do mundo, mas vivendo nele e experimentando todo o prazer, toda a dor, alegria, paixão, sofrimento, mentira, ignorância, emoção. Mergulhei neste mundo com todas as fibras do meu ser, para que a minha insatisfação e inadaptação me levassem a buscar a Verdade. Aquela que me trouxe cá, e que me levará de volta.
Agora, começo aos poucos a emergir das lamas deste mundo. Sinto a dor, a alegria, o prazer, a emoção, mas nada disso me define, nada disso me contém, nada disso me aprisiona, nada disso me consome mais, com nada disso me identifico

E respiro fundo… E sinto o Amor aninhado no centro do meu peito, e quando o sinto, tenho a certeza profunda, que é esse Amor Puro, que me vai levar de regresso a casa. E entrego-me sem reservas. Que assim se faça!