Porque há um infinito cá dentro, que não me cabe às vezes... Por isso escrevo, ideias, sentimentos, palavras sem sentido também... Eu no mundo, o mundo em mim, sempre de olhos e coração nas Estrelas, porque é de lá que venho, e é para lá que voltarei!
Mostrando postagens com marcador A vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A vida. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 1 de abril de 2016
E às vezes tudo me sai à força, com um esforço que não consigo quantificar, para conseguir chegar a algum lado.
Há dias contaminados pelo sabor da contrariedade. Dias que se aceleram contra o meu passo parado, dias que me atropelam e me esmagam sem piedade.
E às vezes as palavras saem ásperas, e queimam e doem naqueles que as recebem. Há dias em que as palavras dos outros ferem os meus ouvidos, que só querem o silêncio do mar, e dos pássaros, e o assobiar livre do vento nas folhas das árvores.
Há dias atrás das grades, em que a minha imaginação se aprisiona e se contraí, e em que respondo a tudo sem um sorriso feliz, obrigando o meu coração a fechar-se neste sentir que se consome, cansado e desgastado, pela realidade não desejada.
E às vezes penso, quanto tempo mais? Quantos dias mais? Quantas vezes mais, vou obrigar o meu coração a viver nesta violência calada e consentida? Quanto tempo mais?
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Descanso
A sombra domina agora a nossa visão.
O dia termina e encerra com ele, tudo o que já foi. Nada mais há a reter a não ser alguma aprendizagem, alguma emoção forte que ainda permaneça para ser olhada e integrada, Vivemos, sentimos, fomos... Agora tudo se conclui, e nos convida a entrarmos em nós, a pousar a mochila, as armas, as máscaras, e a descansar. Por fim, descansar...
Que sejam leves os nossos fardos, que sejam cada vez menos as nossas máscaras, e que seja cada vez maior a Gratidão com que encerramos cada dia. <3 Grata por este, por cada momento, por cada respiração, e principalmente grata pelo Amor que a cada instante entrego e recebo. <3
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Caminho sempre até ao caos, até à confusão máxima, até todas
as minhas células, não suportarem mais determinado registo vivencial, e depois,
dessa contorção que às vezes magoa cada parte do meu ser, nasce a solução, a
luz para o caminho antes aparentemente nublado e cinzento. E da agitação às vezes
quase insuportável, nasce a paz. E avanço.
Os grandes passos na minha vida, as
grandes aprendizagens sempre foram assim. Uma queda vertiginosa na crise, a
incompatibilidade aguda com as estruturas existentes, a ausência de rumo, o
desnorte, a saturação, e depois a explosão de luz que traz a solução. E depois…
O voo planado, de onde observo o todo cá em baixo, e a certeza de que cada
lágrima, cada medo, cada dúvida, cada momento de desespero, me conduziram à paz
que agora me habita. E avanço.
Grata pelo caos, que cria a ordem e a evolução!
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Simplicidade
O que importa, é o Amor com que vivemos, e são as coisas simples, os sorrisos sinceros, os olhares que falam, os abraços sentidos, os momentos intensamente vividos, as sintonias e cumplicidades, a harmonia... E uma certeza no peito de estar tudo tão certo assim, que não podia ser melhor do que é. Não podia... :-) <3smile emoticon heart emotic
sábado, 21 de novembro de 2015
Como a primeira vez! :)
Já percorremos quilómetros, por caminhos que às vezes nem se viam, por muito que olhássemos. Já vivemos um pouco de tudo para chegarmos aqui, onde estamos hoje.
Já acreditamos tanto, para depois percebermos que afinal tudo era tão diferente, e tão longe do sitio onde gostaríamos de estar. Já nos demos tanto, para depois percebermos que tínhamos que sair de cena, e guardar o tanto que ainda havia para dar, sem sabermos às vezes muito bem onde. Já fomos de peito aberto, receber o embate que tanto doeu e fez chorar.
Mas a verdade é que depois do tanto que já caminhamos, continuamos a colocar a mochila aos ombros, apenas com o básico, para garantirmos que não nos esquecemos de quem somos, e voltamos uma e outra vez a ir. sem saber o caminho, sem saber como ir, sem saber sequer se vamos chegar. Mas vamos. No olhar o brilho da esperança, do entusiasmo, do Amor, no coração a Alegria de criança, que vê tudo uma e outra vez, como se fosse a primeira.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Fecham-se histórias cá dentro, muda-se a página, fazemo-nos à estrada. Aprende-se a viver em movimento, em perpétuo morrer e renascer.
A mochila é um pouco mais leve, ainda que em alguns dias pareça pesar mais que eu. Mas cada vez preciso de menos do que está fora, e aconchego-me mais, no que está dentro. E cada vez mais é esta a minha casa, aqui dentro de mim.
E sei que por muitas voltas que esta vida dê, Esta casa interior está sempre aqui, tenho a chave, e esteja onde estiver nunca mais estarei perdida. Aqui, mesmo quando tudo parece desarrumado e sem sentido, há um local Iluminado, Sereno, Eterno e Amoroso onde me embalo e me equilibro! heart emoticon heart emoticon heart emoticon
Grata por isso! Por saber hoje, o que não soube durante tantos anos, talvez durante tantas vidas.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Let it be... and enjoy!
A vida ensina-nos à pancada. É verdade! J
Nos momentos mais felizes e de alegria intensa,
temos tendência para andarmos ofuscados e embevecidos com o que sentimos, e que
é bom, e que (normalmente) não nos confronta com fantasmas nem com sombras, e
que é agradável e prazeroso e que por isso, não nos faz questionar os quês e
porquês, da sua origem e existência.
Mas é na dor, que aprendemos verdadeiramente. É na
dor que nos recolhemos tantas vezes, e que
vamos mais fundo dentro de nós, é na dor que perguntamos e queremos entender
(nos) e aos outros, e ao mundo. É a dor que nos faz querer mudar de rumo e
tentar algo melhor e diferente. É na dor que o nosso lago interior se torna cada
vez mais profundo, cada vez mais rico, cada vez mais intenso.
E é da sabedoria nascida nesses momentos, em
que caminhamos descalços na areia escaldante do deserto, que surge o espaço e a
disponibilidade, para disfrutarmos do oásis quando ele se nos depara. É das
lágrimas que choramos, que se limpam os nossos olhos para outras verdades, e se
alivia o nosso peito para outras vontades. É do abandono e da entrega, nos dias
em que não sabemos mais como conduzir o nosso barco, que aparece a estrela mais
brilhante que nos aponta o norte, ou o sul, ou o este, porque afinal depois de não
termos nada, depois de deixarmos até de saber quem somos, tanto faz a direção,
tudo é ganho, tudo pode fazer antever um sol mais brilhante em horizontes nunca
conhecidos. E abrimo-nos... à vida.
Sim, a vida ensina-nos à pancada, mas se
mantivermos o coração aberto, é uma doce pancada que sabemos ter sempre o seu
reverso, o seu momento de incondicional e ternurento colo e amparo. Porque a
vida não é para nos castigar, é para nos ensinar a andar, e a olhar para cima e para dentro,
e a Sermos, e a Amarmos, e à medida que nos Tornamos, a saber aceitar cada vez melhor, todas as suas nuances, até sermos Unos com ela!
Deixemos que a vida seja! J
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Confiança
Viver com mais calma, não querer tudo logo, não querer desvendar todos os mistérios num primeiro olhar. Confiança, é o combustível para uma vida menos apressada. Confiança em cada passo, confiança que o que for importante virá, confiança que o que estamos a viver é o certo para nós, confiança em nós, confiança que os outros não vão deixar de nos amar só porque abrandamos, só porque caminhamos a um ritmo próprio e único.
Confiança no caminho, e em todos os que nos
rodeiam com Amor e Cuidado, ainda que sejam invisíveis aos nossos olhos.
Confiança que não é por corrermos que chegamos
mais depressa, e que não é por ansiarmos que tudo acontece. Confiança na Vida!
No nosso processo de viver e crescer!
Eu confio, eu aprendo a confiar!
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Intensidade
Não há nada melhor do que me encontrar frente a frente, com o brilho dos meus olhos. Brilho de felicidade, de alegria, de entusiasmo pela vida, por mim, por Ser, por estar. Não brilhariam se vivesse assim assim, se gostasse mais ou menos, e se estivesse só por estar.
Por isso, ainda que depois algo se quebre, ou se acabe, não posso viver de outra maneira, que não seja esta forma intensa de me dar, ao que me arrebata, ao que me faz vibrar, ao que me encanta, ao que me deslumbra, ao que me faz sorrir e querer, ao que me emociona e enternece.
E não se chega à montanha mais alta do Amor e da Alegria, sem se caminhar nos vales profundos da tristeza e da dor, por isso subo ou desço, rio ou choro, sabendo que tudo faz parte desta condição maravilhosa de sermos humanos, que sentem.
Livre para sentir! Livre para Ser! Livre para Amar! Livre...
Por isso, ainda que depois algo se quebre, ou se acabe, não posso viver de outra maneira, que não seja esta forma intensa de me dar, ao que me arrebata, ao que me faz vibrar, ao que me encanta, ao que me deslumbra, ao que me faz sorrir e querer, ao que me emociona e enternece.
E não se chega à montanha mais alta do Amor e da Alegria, sem se caminhar nos vales profundos da tristeza e da dor, por isso subo ou desço, rio ou choro, sabendo que tudo faz parte desta condição maravilhosa de sermos humanos, que sentem.
Livre para sentir! Livre para Ser! Livre para Amar! Livre...
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Fugas e desencontros
A fuga, é quase sempre, o caminho mais fácil para se sair de
situações que nos desafiam, ao ponto de não sabermos como lidar com elas. Mas é
também e sempre, a forma mais triste e medrosa de lidar com essas situações. Pode-se
fugir por cansaço, por se achar que não vale a pena, por se achar que não muda
nada, por se achar que não conseguimos lidar com o outro, com as suas palavras,
com os seus sentimentos, por não se querer estar mais ali, naquele tempo e
espaço. Mas deve haver sempre um momento em que o mostramos, não se vira costas
como se tudo o que foi vivido fosse pó, a desfazer-se no ar. Não se vira costas sem deixar que o outro
possa dizer algo, nem que seja despedir-se. É um acto de compaixão e de Amor
que devemos a nós, e a quem nos ligamos nesta vida, mas claro, nem todos
estamos preparados para viver com essa qualidade.
E o que fazer, quando alguém foge, deixando-nos com tantas
palavras presas na garganta, e tanta emoção dentro do coração? Lidar com a fuga de quem se amou, é como querer
enterrar um morto, sem se ter encontrado o corpo.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Mapa da vida
Encontrar um nexo, um senso de causalidade no meio do caos e
do desnorte, tentar encontrar a bússola que tantas vezes se desorienta, se
perde, se parte.
E encontramo-nos perdidos essencialmente de nós mesmos,
afastados daquela parte de nós que sabe a resposta, cegos pelo brilho e surdos
de tanto ruído do exterior.
E encontrar o mapa que nos leva ao entendimento de tudo o
que acontece, de tudo o que nos acontece, de tudo o que nos permitimos
acontecer, torna-se um objectivo. E onde está o mapa? Está dentro! Sossegar a
mente, sair do reboliço do mundo, e nesse Silêncio deixar aflorar a sabedoria e
a orientação do nosso Ser Interno, Centelha Divina, Essência de Amor e Luz.
terça-feira, 17 de março de 2015
Acordo e espreguiço-me, respiro e sinto o meu corpo
descontraído. Lá fora a chuva caí e faz esquecer um pouco o ímpeto, que antes
dominavam o ar à minha volta. Estou profundamente em mim, e tu que estás longe, estás tão dentro, tão colado a mim, dançando com a minha Alma ao som desta
melodia de Silêncio. Ouves? É cá dentro… É aí dentro…
E o amor devolve-me à inocência de outrora, faz a ponte
entre aquela que fui, e aquela em que me tornei, depois de viver e sofrer, depois de nascer de
novo. Esse Amor que transborda de mim, que inunda o meu coração, a minha aura, e
que se manifesta em tudo o que sou, digo, faço e toco.
E preenchida que estou, por ser quem Sou, por ser tanta Luz
e por senti-la, e por este Amor sem barreiras, irradio naturalmente, e sem
querer nada mais a não ser estar Aqui, e Agora.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Impermanência
É tão fácil, nos identificarmos com a felicidade que nos
chega de fora. É tão fácil nos agarrarmos a ela, como a uma bóia salva vidas,
esquecendo a dor que nos marcou o peito a ferro e fogo. E no momento em que o
fazemos, já estamos a sair de nós, e a colocar no/s outro/s a responsabilidade
em continuar a alimentar essa fonte de alegria.
Identificarmo-nos com a felicidade atrasa-nos tanto, no
nosso caminho do Amor, quanto nos identificarmos com a tristeza. Tudo são
estados. Emoções. Tudo passa. E quando passa, que fazer? O que resta? Se nos deixarmos devastar, seja pela dor,
seja pela felicidade, o que restará para nos acolher, quando tudo terminar?
Viver intensamente o que quer que a vida nos apresente,
sabendo sempre, que tudo é efémero, e que tudo sem excepção, contém em si o seu
oposto, yin e yang, luz e sombra, alegria e tristeza, mantendo-nos alerta para
quem realmente somos. Mantendo-nos Presentes, Conscientes, recolhendo-nos ao
Silêncio, falando, escutando e dando espaço ao nosso Ser Interno, seja o que
for que nos estimule do exterior. Sendo sempre nós a nossa própria fonte
energética, não indo buscar aos outros, aquilo que somos capazes de criar e
dispensar a nós mesmos.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Slow down young girl
Às vezes parece que a vida abranda o ritmo, e nos quer dar tempo para nos espreguiçarmos.
É o que sinto desde que o ano começou. E apesar de toda a euforia alheia, com o começo do ano, e do excesso de informação a que me sujeito às vezes, eu só sinto que tenho que parar.
E a minha vida abrandou, e forçou-me a ficar tranquilamente em casa, como que num casulo, a curar-me.
E independentemente de termos começado um novo ano, eu sinto que ainda ando a despedir-me do anterior, sinto que ainda ando a resolver coisas que ainda não estão resolvidas, para poder avançar. Não sei quando vou avançar, nem para onde, mas sei que quando estiver pronta, vou saber.
Conectada com o meu coração, aguardo a ordem de partida. :-)
É o que sinto desde que o ano começou. E apesar de toda a euforia alheia, com o começo do ano, e do excesso de informação a que me sujeito às vezes, eu só sinto que tenho que parar.
E a minha vida abrandou, e forçou-me a ficar tranquilamente em casa, como que num casulo, a curar-me.
E independentemente de termos começado um novo ano, eu sinto que ainda ando a despedir-me do anterior, sinto que ainda ando a resolver coisas que ainda não estão resolvidas, para poder avançar. Não sei quando vou avançar, nem para onde, mas sei que quando estiver pronta, vou saber.
Conectada com o meu coração, aguardo a ordem de partida. :-)
Vida em modo lento
Recolhi as velas do meu veleiro e deixei-me levar, ao sabor da corrente calma e tranquila dos dias que passam. O horizonte está limpo, e sol põe-se pintando o céu de vermelho e verde, as ondas tocam no casco e embalam os meus sonhos. Não há medo nem tempestades, as estrelas lá em cima asseguram-me que tudo vai bem. Amanhã iço as velas, e sigo ao sabor do vento.
<3 <3 <3
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Obrigada
Vamos tocar tambores, dançar na praia, vamos rir, ser livres e felizes, vamos abrir os braços ao vento, ao sol, à chuva. Vamos cantar alto, vamos ser leves, vamos ser gratos, porque a vida é tão bela, que por vezes nem há palavras para a descrever.
Vamos agradecer de coração.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Corda bamba
Tento andar em frente, tento o equilibrio precário da corda bamba, sem olhar para baixo… às vezes caio, mas a vida tem sido generosa e coloca uma rede lá em baixo. Ainda aqui estou e não desisto! J
Assinar:
Postagens (Atom)










