Porque há um infinito cá dentro, que não me cabe às vezes... Por isso escrevo, ideias, sentimentos, palavras sem sentido também... Eu no mundo, o mundo em mim, sempre de olhos e coração nas Estrelas, porque é de lá que venho, e é para lá que voltarei!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Simplicidade
A tentar regressar ao mais simples. De mim, da vida e dos outros. Sentir, Ser, Amar...
E como coloquei camadas e camadas de peso, em cima de mim, quando tudo o que é preciso, existiu aqui dentro do meu peito, desde sempre.
A tentar... Apenas a tentar...
sábado, 24 de janeiro de 2015
Mais um passo
Travo a batalha, não me rendo, não adormeço, não me encosto, não desisto. Só posso avançar, não sei ser de outra forma.
Mas há dias em que a espada pesa mais, e não há ninguém para a carregar por mim, apenas para eu descansar, apenas para eu dormir uns minutos, apenas para eu fingir que sou um ser humano normal, a viver de olhos fechados.
Mas sei que o dia irá chegar. Até lá, mais um passo, no caminho de regresso a casa. Nem sempre seguro, mas sempre em frente.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Grata por esta vida, que escolho em cada momento. E grata
também, pelos anos em que acreditei que a vida me era imposta, e em que senti o
vazio de não saber quem era. Grata por todos os anos em que vivi fechada na
minha própria mente, esquecida, e sem saber afinal o que fazia aqui neste
mundo, mas que, apesar de toda a dor, me permitiram sonhar, querer, tentar,
procurar, ser mais, saber mais, ir mais além, e me fizeram chegar onde estou
hoje. Grata por esta sensação de Infinito no peito, e por este sentimento de
que ainda tenho tanto para fazer, concretizar, Amar, Ser. Grata pela sensação
de eternidade, constante, presente, como uma Luz sempre acesa.
Grata por esta vida escolhida, e por cada vida que cruza o
meu caminho! J
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Slow down young girl
Às vezes parece que a vida abranda o ritmo, e nos quer dar tempo para nos espreguiçarmos.
É o que sinto desde que o ano começou. E apesar de toda a euforia alheia, com o começo do ano, e do excesso de informação a que me sujeito às vezes, eu só sinto que tenho que parar.
E a minha vida abrandou, e forçou-me a ficar tranquilamente em casa, como que num casulo, a curar-me.
E independentemente de termos começado um novo ano, eu sinto que ainda ando a despedir-me do anterior, sinto que ainda ando a resolver coisas que ainda não estão resolvidas, para poder avançar. Não sei quando vou avançar, nem para onde, mas sei que quando estiver pronta, vou saber.
Conectada com o meu coração, aguardo a ordem de partida. :-)
É o que sinto desde que o ano começou. E apesar de toda a euforia alheia, com o começo do ano, e do excesso de informação a que me sujeito às vezes, eu só sinto que tenho que parar.
E a minha vida abrandou, e forçou-me a ficar tranquilamente em casa, como que num casulo, a curar-me.
E independentemente de termos começado um novo ano, eu sinto que ainda ando a despedir-me do anterior, sinto que ainda ando a resolver coisas que ainda não estão resolvidas, para poder avançar. Não sei quando vou avançar, nem para onde, mas sei que quando estiver pronta, vou saber.
Conectada com o meu coração, aguardo a ordem de partida. :-)
Vida em modo lento
Recolhi as velas do meu veleiro e deixei-me levar, ao sabor da corrente calma e tranquila dos dias que passam. O horizonte está limpo, e sol põe-se pintando o céu de vermelho e verde, as ondas tocam no casco e embalam os meus sonhos. Não há medo nem tempestades, as estrelas lá em cima asseguram-me que tudo vai bem. Amanhã iço as velas, e sigo ao sabor do vento.
<3 <3 <3
sábado, 10 de janeiro de 2015
Há músicas que atravessam camadas e camadas de mim, revelando de forma inegável a profundidade oculta do meu ser, e me fazem sentir, que o mundo inteiro cabe dentro de mim.
E de repente o que está fora, é como se fosse um filme que passa em frente aos meus olhos, em frente ao meu ser, centrado e alinhado com algo inexplicável. E de repente o que está fora está tão longe, e eu tão perto das estrelas que nem sei se o meu corpo físico me prende, ou se apenas me impede de voar de vez para outros mundos. E de repente tudo é Luz e Paz cá dentro, e as águas um espelho, e onde antes era o caos, reina agora a serenidade.
Há músicas que tocam no momento certo, que me tocam no sitio certo, que evocam a emoção certa, quase como um amante experiente e intimo, de vidas e vidas.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Rendição
E a vida flui, assim naturalmente, entre momentos de alegria e de tristeza, entre um extremo e o seu oposto. Flui e eu deixo-me ir, tentando parar de resistir ao que é, ao que se apresenta diante de mim, tentando parar de dizer não, achando que sei mais do que tudo, achando que a ordem Maior da vida, é menos acertada do que a minha mente limitada.
E a vida avança, e quando me deixo avançar com ela, ao mesmo ritmo e sem atrito, sinto-me mais leve e estranhamente mais livre. Quantas vezes luto contra muros que têm mesmo que estar onde estão??? Quantas vezes por esbarrar vezes sem conta na mesma parede, me impeço de ver a passagem mesmo do outro lado, livre, desimpedida, iluminada só para mim? Então, permito-me deixar ir e ser, e quando o faço, a vida abre-se como uma flor perante o sol da manhã.
Parando de resistir, entrego-me e rendo-me, a algo Maior que eu e ao mesmo tempo tão Eu, sabendo que o momento vai chegar e eu vou saber. Até lá, preparo tudo. E cá dentro nasce um brilho de certeza que, um dia, cumprirei os meus sonhos, porque foi para isso que cá vim. Foi isso que escolhi. E é o caminho dos meus sonhos, que me levará de volta a casa, um dia… <3
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Que o caminho se cumpra
Ainda que às vezes hesite nos passos, que eu não hesite na Fé.
Ainda que às vezes não encontre o caminho, que encontre a coragem de não desistir.
Ainda que às vezes as lágrimas me impeçam de ver a estrada, que eu não duvide da mão invisível que sempre me guia.
Ainda que às vezes o nevoeiro se levante, que eu me deixe guiar pela Luz do meu coração.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Dia 1 do ano de 2015
E ontem à meia noite, toda eu era Silêncio, Agradecimento e Benção. Não brindei, não gritei, não subi à cadeira, não comi 12 passas, não me "diverti"... Mas de dentro do meu peito, gritei silenciosamente as palavras que ele me pediu, comprometi-me com aquilo que senti que me devia comprometer e chorei. De alegria, de tristeza, de felicidade, de compaixão, de enternecimento... Despedi-me, e abri os braços ao que vier.
Acredito que para mim, será um ano muito importante, intenso, e de grandes escolhas. Sei que vou tentar fazer sempre o meu melhor, em cada momento. Sei que vou continuar a alimentar os meus sonhos, cada vez mais e mais. Sei que vou dar de mim, tudo o que puder e conseguir, para ser cada vez mais Amor e Luz, para me tornar cada vez mais autêntica e cristalina. Acredito na força do Amor, e é inundada e movida por essa força, que quero viver os 365 dias de 2015. Só assim será possível ter um ano FELIZ!
Que saibamos ser felizes!
Acredito que para mim, será um ano muito importante, intenso, e de grandes escolhas. Sei que vou tentar fazer sempre o meu melhor, em cada momento. Sei que vou continuar a alimentar os meus sonhos, cada vez mais e mais. Sei que vou dar de mim, tudo o que puder e conseguir, para ser cada vez mais Amor e Luz, para me tornar cada vez mais autêntica e cristalina. Acredito na força do Amor, e é inundada e movida por essa força, que quero viver os 365 dias de 2015. Só assim será possível ter um ano FELIZ!
Que saibamos ser felizes!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
De volta
Comecei a escrever este blog em Janeiro de 2012, e hoje, quase quase na viragem para 2015, resolvi voltar a ele, e dar-lhe mais vida.
Depois de muito tempo a escrever intensamente, o blog ficou um pouco esquecido, também por conta do tanto a que quero dedicar a minha atenção, e Amor. Mas a verdade é que ultimamente as mensagens de amigos, desta e de outras dimensões, para escrever mais e mais, têm sido muito fortes. E vai daí, e como o coração também pediu, cá estou de volta, qual borboleta saída do casulo. Ainda que esteja sempre num casulo, e a sair de outro! :) Afinal, é isso crescer e aprender!
E poderia começar um novo blog, com novas cores e imagens, mas sinto que tudo o que aqui escrevi, faz parte do caminho percorrido até chegar onde estou hoje, faz parte do ser em que me tornei. E tanto que já mudei... Tanto que deixei de ser, tanto que passei a ser. E não por saudosismo, mas sim porque no fundo, há um fio condutor em todas estas palavras aqui largadas, resolvi mantê-lo.
De volta à blogosfera. :)
Onde me arrumo...
De dentro para fora. Desdobro as emoções com se fossem uma peça de roupa. Tento entender onde pertencem, o que tiram de mim, o que deixam em mim, o que me ensinam, o quanto me fazem sorrir ou chorar. E tantas vezes volto a enrolar tudo e a arrumar cá dentro, sem saber muito bem em que prateleira os colocar. E às vezes sinto que aqui, há um roupeiro cheio de roupa de estações anteriores, que já não servem para nada, amontoadas, desbotadas, mas às quais não consigo dar outro destino, que não seja a morada conhecida, cómoda e aquecida do meu coração. Acho que estou está a precisar, de uma daquelas chamadas limpezas de Primavera. Talvez a faça agora no Outono.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
E quando tudo se quer calar em mim, só quero ser mar e céu.
E deixar transbordar cá dentro, as lágrimas e os risos, calados no correr dos dias. Deixar que se inunde o coração, com a água das emoções, contidas no passar das horas. Deixar que se esgote, o fogo das paixões não vividas e escondidas, sentidas e choradas em silêncio.
E quando tudo se quer calar em mim, quero apenas existir. Só assim… Sem esforço e sem querer, sem limites nem prisões, sem que me vejam, sem que me queiram, sem que me falem ao ouvido, sem que me oiçam.
E quando tudo se quer calar em mim, fico assim parada. Sentindo-me e imaginando-me, a fluir livre como o mar, sendo infinita como o céu.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
EU
Já olhei o mundo com olhos de espanto e ingenuidade, já fechei os olhos por não querer ver, por não querer saber, abri os braços para abraçar, fechei-os em mim para me proteger.
Já senti intensamente, no corpo, na pele, no coração, e por dentro onde não há nome. Já senti o medo e o amor, a tristeza e o desespero, a alegria e a solidão, o apoio incondicional e o abandono. Já vivi à beira do abismo, e já fiz o meu ninho, onde julguei ser para sempre. Já achei que sabia tudo, para em seguida cair, no fundo da minha total ignorância. Já dei sem saber o que dava, já recebi pela metade, já recebi tanto ,sem saber receber, achando que recebia nada. Já fui tanta coisa, e já descobri que não era nada, e que era tudo ao mesmo tempo. Já desci ao fundo do poço, e já escalei à nuvem mais alta. Dor e felicidade, às vezes em simultâneo dentro de mim. E quem sou , quem fui, quem serei? Tudo isso, tudo isto, tudo o que ainda está por vir.
Parece que já percorri um mundo inteiro, e que dentro desta, couberam milhentas vidas, parece que às vezes me cansa, e outras vezes me assombro com tanta coisa que ainda descubro e aprendo todos os dias.
No fundo é sempre tanto mais o que senti e sinto, do que o que fiz e faço, porque na vida, tudo para mim se expressa em sentimentos, tudo se entende, pelo arrepio na pele, pelas borboletas na barriga, pelas lágrimas que correm, pelo sorriso rasgado, pelo aperto no peito, pelas pernas que tremem.
E recebo a vida em mim. Livre, respiro a vida, sou a vida, com toda a sua luz e toda a sua sombra. Haja o que houver, assim será!
terça-feira, 4 de março de 2014
Acabou-se me mim toda a poesia, fechou-se em mim a janela que dava para o mar, secou em mim o rio de risos, que corria selvagem.
Agora as minhas palavras são o silêncio, os meus gestos são quietos, o meu sorrir tranquilo e tímido.
Aguardo no meu casulo de luz e sonho, aguardo parada, respirando paciente, sentindo o mundo através deste véu.
Aguardo o momento, o chamamento, a explosão de tudo o que se conteve, aguardo o momento de voar mais uma vez, livre e liberta de mais uma camada de sombra.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Dualidade
No fundo de mim, choro, rio, amedronto-me, encorajo-me, oscilo, vacilo, hesito, avanço, decido, encontro, procuro… Sou deserto e sou oásis! Numa dialéctica permanente, onde tudo tem o seu oposto, o seu outro lado. Sinto a dualidade dentro de mim, e oscilo entre os dois polos. Depois aquieto os pensamentos e encontro a fusão de tudo o que reside em mim, sem ser eu, encontro a síntese de tudo o que me preenche sem me definir. Equilibro-me precariamente, na sensação de unidade que me anima neste momento. Deixo-me ficar neste momento de vazio… Dura o que durar, é o que for… No momento seguinte já passou e já o seu oposto ocupa o seu lugar. Volta o ruído, volta a inquietude de de se ser um ser humano, tão complexo como simples, tão perfeito como imperfeito, tão terreno como divino.
Que venhas em Luz
Quem quer que sejas, onde quer que estejas… Que o teu caminho até mim, seja suave e iluminado, que o cansaço não te vença, e que o Amor te conduza e alimente, até que tudo se concretize e o fogo nos consuma.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Viva a Liberdade! Esta que vem de dentro... :)
"Anda por aí um grupo de radicais que está a deixar muita gente nervosa. Eles andam aí e são diferentes dos outros.
São loiros e são morenos. São pretos e são brancos. Vivem em ditaduras e vivem em democracias. Vivem na rua e vivem em casas modernas. São doutorados e são analfabetos. São casados e são solteiros. Dão-se com os poderosos e dão-se com os pobres.

São os livres e andam aí de cabeça erguida.
Não fazem o que lhes dá na gana. Fazem o que querem fazer.
Os sentimentos não mandam neles.
Eles sabem que os sentimentos valem o que valem. E a liberdade vale o que vale.
Eles não correm à força do castigo ou da recompensa. Eles correm porque querem correr.Eles vivem muito e sonham muito. Eles contagiam os sítios por onde passam.
Respiram um ar mais leve, porque os pulmões são deles.
Os livres não culpam os outros pelo que foi feito deles.
Os livres assumem 100% a responsabilidade pelas suas decisões. E pela sua vida. As crises, os governos, as doenças, não lhes roubam nada.
Eles têm a vida toda nas mãos. E não deixam nada de parte.
Têm sempre a última palavra. Mesmo que seja: está bem, querida vida.
Os livres são livres quando têm muito por onde escolher. E quando têm pouco por onde escolher.
Os livres sabem obedecer a si próprios.
Os livres sabem obedecer aos outros.
Eles gostam da verdade. E a verdade gosta deles.
Não vivem nem amanhã, nem ontem, nem noutro sítio. Os livres vivem aqui e hoje.
Eles sabem viver e sabem morrer.
Não gostam dos outros para serem gostados. Gostam porque gostam.
Sabem que um aplauso vale o que vale. E que a liberdade vale o que vale.
Os livres vivem comprometidos a fundo.
Sabem dizer que não. E não outra vez. E sabem dizer que sim.
Os livres são capazes de rasgar tudo o que foi feito.
E de coser o que está desfeito.
Eles fazem o que devem fazer. Doa a quem doer.
Eles sabem que os respeitos humanos e formalidades valem o que valem. E a liberdade vale o que vale.
Os livres estão a transformar o mundo por dentro.
Estão sempre a multiplicar a liberdade deles, e a dos outros.
Eles andam aí, e o que mais querem é mais gente livre."
Retirado de http://inesperado.org/2012/11/27/eles-andam-ai/
São loiros e são morenos. São pretos e são brancos. Vivem em ditaduras e vivem em democracias. Vivem na rua e vivem em casas modernas. São doutorados e são analfabetos. São casados e são solteiros. Dão-se com os poderosos e dão-se com os pobres.
São os livres e andam aí de cabeça erguida.
Não fazem o que lhes dá na gana. Fazem o que querem fazer.
Os sentimentos não mandam neles.
Eles sabem que os sentimentos valem o que valem. E a liberdade vale o que vale.
Eles não correm à força do castigo ou da recompensa. Eles correm porque querem correr.Eles vivem muito e sonham muito. Eles contagiam os sítios por onde passam.
Respiram um ar mais leve, porque os pulmões são deles.
Os livres não culpam os outros pelo que foi feito deles.
Os livres assumem 100% a responsabilidade pelas suas decisões. E pela sua vida. As crises, os governos, as doenças, não lhes roubam nada.
Eles têm a vida toda nas mãos. E não deixam nada de parte.
Têm sempre a última palavra. Mesmo que seja: está bem, querida vida.
Os livres são livres quando têm muito por onde escolher. E quando têm pouco por onde escolher.
Os livres sabem obedecer a si próprios.
Os livres sabem obedecer aos outros.
Eles gostam da verdade. E a verdade gosta deles.
Não vivem nem amanhã, nem ontem, nem noutro sítio. Os livres vivem aqui e hoje.
Eles sabem viver e sabem morrer.
Não gostam dos outros para serem gostados. Gostam porque gostam.
Sabem que um aplauso vale o que vale. E que a liberdade vale o que vale.
Os livres vivem comprometidos a fundo.
Sabem dizer que não. E não outra vez. E sabem dizer que sim.
Os livres são capazes de rasgar tudo o que foi feito.
E de coser o que está desfeito.
Eles fazem o que devem fazer. Doa a quem doer.
Eles sabem que os respeitos humanos e formalidades valem o que valem. E a liberdade vale o que vale.
Os livres estão a transformar o mundo por dentro.
Estão sempre a multiplicar a liberdade deles, e a dos outros.
Eles andam aí, e o que mais querem é mais gente livre."
Retirado de http://inesperado.org/2012/11/27/eles-andam-ai/
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