Porque há um infinito cá dentro, que não me cabe às vezes... Por isso escrevo, ideias, sentimentos, palavras sem sentido também... Eu no mundo, o mundo em mim, sempre de olhos e coração nas Estrelas, porque é de lá que venho, e é para lá que voltarei!
sábado, 21 de novembro de 2015
Como a primeira vez! :)
Já percorremos quilómetros, por caminhos que às vezes nem se viam, por muito que olhássemos. Já vivemos um pouco de tudo para chegarmos aqui, onde estamos hoje.
Já acreditamos tanto, para depois percebermos que afinal tudo era tão diferente, e tão longe do sitio onde gostaríamos de estar. Já nos demos tanto, para depois percebermos que tínhamos que sair de cena, e guardar o tanto que ainda havia para dar, sem sabermos às vezes muito bem onde. Já fomos de peito aberto, receber o embate que tanto doeu e fez chorar.
Mas a verdade é que depois do tanto que já caminhamos, continuamos a colocar a mochila aos ombros, apenas com o básico, para garantirmos que não nos esquecemos de quem somos, e voltamos uma e outra vez a ir. sem saber o caminho, sem saber como ir, sem saber sequer se vamos chegar. Mas vamos. No olhar o brilho da esperança, do entusiasmo, do Amor, no coração a Alegria de criança, que vê tudo uma e outra vez, como se fosse a primeira.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Intromissão
Há dias de confusão, em que à volta tudo se
agita, e tudo se contorce em caos. Há dias em que me sinto inadaptada a viver
no meio de tudo isto. Não consigo pensar claramente, não estou confortável, o
meu corpo exige-me distância, o meu coração contrai-se. Há dias de tanto ruído, em que só quero chegar ao quente e ao silêncio de qualquer sitio, menos este. Este,
onde as luzes ferem a vista, onde os sons agridem os ouvidos, onde as vozes são
irritadas e ressentidas, onde o pó paira no ar, onde nada está criado para a Harmonia e a Paz.
Há dia sem que só quero sair daqui, como se
fosse agredida a cada instante. Recolher-me ao meu espaço, ao meu silêncio
criado por mim e para mim, onde só sei ser quem Sou, expandida, inteira,
intensa. Aqui sou metade.
E nestes dias fujo, não quero ver ninguém, não
quero ouvir ninguém, não quero ter que ser ninguém. Nestes dias, quero ser Só
eu comigo, centrada no meu coração, para me apaziguar, para me devolver à minha
energia original, para me devolver ao Amor que Sou, e no qual quero viver
sempre. Sem dias destes.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Fecham-se histórias cá dentro, muda-se a página, fazemo-nos à estrada. Aprende-se a viver em movimento, em perpétuo morrer e renascer.
A mochila é um pouco mais leve, ainda que em alguns dias pareça pesar mais que eu. Mas cada vez preciso de menos do que está fora, e aconchego-me mais, no que está dentro. E cada vez mais é esta a minha casa, aqui dentro de mim.
E sei que por muitas voltas que esta vida dê, Esta casa interior está sempre aqui, tenho a chave, e esteja onde estiver nunca mais estarei perdida. Aqui, mesmo quando tudo parece desarrumado e sem sentido, há um local Iluminado, Sereno, Eterno e Amoroso onde me embalo e me equilibro! heart emoticon heart emoticon heart emoticon
Grata por isso! Por saber hoje, o que não soube durante tantos anos, talvez durante tantas vidas.
Cada passo é Sagrado. O caminho, só o conheço momento a momento, mas o gps, esse tenho-o dentro de mim, na Paz ou na confusão, que sinto antes de pousar o pé no chão. Normalmente é preciso é estar calada, que ele fala baixinho, e com palavras doces e ternas, não condizentes com o ruído que às vezes se faz sentir... Dentro. grin emoticon
Hoje sinto-me grata por cada passo. Pelos que dei, epelos que não fui, ou não sou capaz de dar, ainda.
Sou um ser a caminho, em construção, a renascer, a aprender, às vezes achando que estive bem, outras nem por isso. Mas afinal, tudo isso faz parte. Não se aprende a escrever, sem dar erros no ditado! smile emoticon
Grata por cada passo, por cada pegada que deixo na minha vida, na dos outros, no mundo. heart emoticon Que sejam cada vez mais firmes e seguras, e que o Amor seja a sua marca Sagrada. Cada dia mais!
terça-feira, 13 de outubro de 2015
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Let it be... and enjoy!
A vida ensina-nos à pancada. É verdade! J
Nos momentos mais felizes e de alegria intensa,
temos tendência para andarmos ofuscados e embevecidos com o que sentimos, e que
é bom, e que (normalmente) não nos confronta com fantasmas nem com sombras, e
que é agradável e prazeroso e que por isso, não nos faz questionar os quês e
porquês, da sua origem e existência.
Mas é na dor, que aprendemos verdadeiramente. É na
dor que nos recolhemos tantas vezes, e que
vamos mais fundo dentro de nós, é na dor que perguntamos e queremos entender
(nos) e aos outros, e ao mundo. É a dor que nos faz querer mudar de rumo e
tentar algo melhor e diferente. É na dor que o nosso lago interior se torna cada
vez mais profundo, cada vez mais rico, cada vez mais intenso.
E é da sabedoria nascida nesses momentos, em
que caminhamos descalços na areia escaldante do deserto, que surge o espaço e a
disponibilidade, para disfrutarmos do oásis quando ele se nos depara. É das
lágrimas que choramos, que se limpam os nossos olhos para outras verdades, e se
alivia o nosso peito para outras vontades. É do abandono e da entrega, nos dias
em que não sabemos mais como conduzir o nosso barco, que aparece a estrela mais
brilhante que nos aponta o norte, ou o sul, ou o este, porque afinal depois de não
termos nada, depois de deixarmos até de saber quem somos, tanto faz a direção,
tudo é ganho, tudo pode fazer antever um sol mais brilhante em horizontes nunca
conhecidos. E abrimo-nos... à vida.
Sim, a vida ensina-nos à pancada, mas se
mantivermos o coração aberto, é uma doce pancada que sabemos ter sempre o seu
reverso, o seu momento de incondicional e ternurento colo e amparo. Porque a
vida não é para nos castigar, é para nos ensinar a andar, e a olhar para cima e para dentro,
e a Sermos, e a Amarmos, e à medida que nos Tornamos, a saber aceitar cada vez melhor, todas as suas nuances, até sermos Unos com ela!
Deixemos que a vida seja! J
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Música sem palavras, sons sem linguagem para a adjectivar... E cá dentro, apenas um sublime restolhar de emoções. Emoções desta e de outras vidas certamente, pois é antiga a saudade das cores, dos cheiros, da terra que pisei mas que não me lembro claramente.
E depois da surpresa, a expressão do que sinto, e depois... Apenas o Silêncio.
E depois da surpresa, a expressão do que sinto, e depois... Apenas o Silêncio.
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Confiança
Viver com mais calma, não querer tudo logo, não querer desvendar todos os mistérios num primeiro olhar. Confiança, é o combustível para uma vida menos apressada. Confiança em cada passo, confiança que o que for importante virá, confiança que o que estamos a viver é o certo para nós, confiança em nós, confiança que os outros não vão deixar de nos amar só porque abrandamos, só porque caminhamos a um ritmo próprio e único.
Confiança no caminho, e em todos os que nos
rodeiam com Amor e Cuidado, ainda que sejam invisíveis aos nossos olhos.
Confiança que não é por corrermos que chegamos
mais depressa, e que não é por ansiarmos que tudo acontece. Confiança na Vida!
No nosso processo de viver e crescer!
Eu confio, eu aprendo a confiar!
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Saber o que eu preciso para ficar bem. Saber o que me conforta, equilibra e anima, saber o que é importante para que não me perca, e mesmo que me sinta perdida, saber sempre onde guardo o mapa (cá dentro, do peito!).
Saber cuidar do meu corpo e fazê-lo feliz. Saber aninhar o meu coração quando ele se sente sozinho, saber dar-lhe espaço quando ele se quer expandir e sair por aí, a Amar. Saber dar colo à minha criança, quando ela chora e faz birras, ou quando ela pede com os olhinhos brilhantes, para eu lhe dar mais um pouco de atenção.
Saber quem sou, cada vez melhor, saber os meus limites e respeitá-los, ou quebrá-los todos de uma só vez mas por minha vontade. Saber onde quero, posso e me apetece estar, e vice-versa. Saber quem quero, e me apetece, na minha vida e vice-versa.
Saber que sou Única, Inteira, Completa, e que sou a única responsável por estar e me manter Feliz, Completa e Inteira. Saber que sou a única a quem posso pedir contas sobre mim mesma, e a primeira a quem pedir mais carinho, mais amor, mais tolerância, mais compreensão.
Saber ouvir-me por dentro, tão fundo, que nada me fique por dizer e ouvir.
Saber que os outros são preciosos na minha vida, mas que nunca “servirão” ou se ajustarão, aos meus vazios ou carências, que eu própria não consiga tapar ou nutrir.
Saber…Ir aprendendo… E cada vez mais, viver assim! Grata por isso! <3
terça-feira, 21 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Intensidade
Não há nada melhor do que me encontrar frente a frente, com o brilho dos meus olhos. Brilho de felicidade, de alegria, de entusiasmo pela vida, por mim, por Ser, por estar. Não brilhariam se vivesse assim assim, se gostasse mais ou menos, e se estivesse só por estar.
Por isso, ainda que depois algo se quebre, ou se acabe, não posso viver de outra maneira, que não seja esta forma intensa de me dar, ao que me arrebata, ao que me faz vibrar, ao que me encanta, ao que me deslumbra, ao que me faz sorrir e querer, ao que me emociona e enternece.
E não se chega à montanha mais alta do Amor e da Alegria, sem se caminhar nos vales profundos da tristeza e da dor, por isso subo ou desço, rio ou choro, sabendo que tudo faz parte desta condição maravilhosa de sermos humanos, que sentem.
Livre para sentir! Livre para Ser! Livre para Amar! Livre...
Por isso, ainda que depois algo se quebre, ou se acabe, não posso viver de outra maneira, que não seja esta forma intensa de me dar, ao que me arrebata, ao que me faz vibrar, ao que me encanta, ao que me deslumbra, ao que me faz sorrir e querer, ao que me emociona e enternece.
E não se chega à montanha mais alta do Amor e da Alegria, sem se caminhar nos vales profundos da tristeza e da dor, por isso subo ou desço, rio ou choro, sabendo que tudo faz parte desta condição maravilhosa de sermos humanos, que sentem.
Livre para sentir! Livre para Ser! Livre para Amar! Livre...
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Silêncio
Gratidão... Porque cada vez encontro mais recursos internos, para me elevar, animar, nutrir, equilibrar, amar, e porque por isso, procuro cada vez menos nos outros, aquilo que só eu posso dar a mim mesma.
Usando a expressão de um astrólogo que muito admiro (Nuno Michaels), cada vez procuro menos em casa alheia, aquilo que só na minha casa interior posso encontrar. Porque quando somos sem abrigo de nós mesmo, e por muito que procuremos, nunca estaremos bem em casa nenhuma. e aqui entenda-se casa, como o nosso espaço interior, o nosso solo sagrado, o nosso templo interior.
Estes têm sido anos de muita aprendizagem, e sinto-me abençoada por isso. Não têm sido no entanto anos fáceis. Momentos de tristeza e desespero, revelações dolorosas e intensas sobre mim mesma e sobre os outros, momentos de solidão e desencontros... Mas são cada vez mais raros, quase inexistentes, os momentos em que me sinto perdida ou vazia, como se sentia frequentemente a Ana de outrora. :)
É como se algo dentro de mim tivesse despertado, e não mais tivesse voltado a adormecer. Uma noção de sentido, de pertença a algo maior, uma certeza de Eternidade e Infinito dentro de mim. Acho que encontrei Deus, seja lá o que Deus for. E encontrei-o no Silêncio. No Silêncio que despertei, depois de trilhar muito caminho de pedras.
Sim, foi no Silêncio que lentamente foi preenchendo o meu ser, que fui abraçada, acolhida, recebida, por este sentimento inominável, para esta dimensão indescritível a que muitos devem chamar Deus. E mesmo agora que tento escrever sobre isso, faltam-me as palavras e sobram-me as lágrima que rolam no meu rosto. Lágrimas de fogo. De um fogo amoroso e abençoado que aquece o meu peito e me envolve.
E o silêncio... O de dentro, ainda que o de fora raramente se faça sentir. O Silêncio, esse porto seguro, essa certeza de encontro, comigo mesma, e com essa dimensão de mim em que não sou eu, esse chegar a casa. O Silêncio que me embala, que me abençoa, que me faz sentir grata, que me faz sentir a felicidade que nada, neste mundo humano, consegue substituir.
Usando a expressão de um astrólogo que muito admiro (Nuno Michaels), cada vez procuro menos em casa alheia, aquilo que só na minha casa interior posso encontrar. Porque quando somos sem abrigo de nós mesmo, e por muito que procuremos, nunca estaremos bem em casa nenhuma. e aqui entenda-se casa, como o nosso espaço interior, o nosso solo sagrado, o nosso templo interior.
Estes têm sido anos de muita aprendizagem, e sinto-me abençoada por isso. Não têm sido no entanto anos fáceis. Momentos de tristeza e desespero, revelações dolorosas e intensas sobre mim mesma e sobre os outros, momentos de solidão e desencontros... Mas são cada vez mais raros, quase inexistentes, os momentos em que me sinto perdida ou vazia, como se sentia frequentemente a Ana de outrora. :)
É como se algo dentro de mim tivesse despertado, e não mais tivesse voltado a adormecer. Uma noção de sentido, de pertença a algo maior, uma certeza de Eternidade e Infinito dentro de mim. Acho que encontrei Deus, seja lá o que Deus for. E encontrei-o no Silêncio. No Silêncio que despertei, depois de trilhar muito caminho de pedras.
Sim, foi no Silêncio que lentamente foi preenchendo o meu ser, que fui abraçada, acolhida, recebida, por este sentimento inominável, para esta dimensão indescritível a que muitos devem chamar Deus. E mesmo agora que tento escrever sobre isso, faltam-me as palavras e sobram-me as lágrima que rolam no meu rosto. Lágrimas de fogo. De um fogo amoroso e abençoado que aquece o meu peito e me envolve.
E o silêncio... O de dentro, ainda que o de fora raramente se faça sentir. O Silêncio, esse porto seguro, essa certeza de encontro, comigo mesma, e com essa dimensão de mim em que não sou eu, esse chegar a casa. O Silêncio que me embala, que me abençoa, que me faz sentir grata, que me faz sentir a felicidade que nada, neste mundo humano, consegue substituir.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Das cinzas...
Constantemente a evoluir, a queimar e a replantar, a desconstruir e a reconstruir, por dentro, depois por fora.
Querermos parar o movimento natural do Universo, para a evolução, é resistirmos a forças muito maiores do que as nossas, é ficarmos a andar na roda do hamster, ou num labirinto sem saída.
Não estamos sozinhos, nunca estaremos, embora às vezes assim pareça.
Embora às vezes pareça que todo o mundo fala uma linguagem ininteligível, embora tantas vezes, pareça que esta música que ouvimos, e que é tão óbvia dentro de nós, ninguém mais a oiça e ninguém mais entenda os passos da nossa dança.
Ainda que tantas vezes, aqui, nos sintamos estranhos, intrusos, desencontrados, perdidos, e com saudades de algum lugar, que não nos lembramos, mas que sabemos que existe.
Ainda assim... A verdade é que não estamos sozinhos. E essa verdade está cá dentro, inegável, inquestionável, e grita para nós sempre que mergulhamos no Lago Silencioso do nosso Coração. smile emoticon heart emoticon
Querermos parar o movimento natural do Universo, para a evolução, é resistirmos a forças muito maiores do que as nossas, é ficarmos a andar na roda do hamster, ou num labirinto sem saída.
Não estamos sozinhos, nunca estaremos, embora às vezes assim pareça.
Embora às vezes pareça que todo o mundo fala uma linguagem ininteligível, embora tantas vezes, pareça que esta música que ouvimos, e que é tão óbvia dentro de nós, ninguém mais a oiça e ninguém mais entenda os passos da nossa dança.
Ainda que tantas vezes, aqui, nos sintamos estranhos, intrusos, desencontrados, perdidos, e com saudades de algum lugar, que não nos lembramos, mas que sabemos que existe.
Ainda assim... A verdade é que não estamos sozinhos. E essa verdade está cá dentro, inegável, inquestionável, e grita para nós sempre que mergulhamos no Lago Silencioso do nosso Coração. smile emoticon heart emoticon
Quando formos cinzas, que que nos saibamos dar à Luz. Aceitemos estas dores de crescimento! smile emoticon heart emoticon
Não estamos sozinhos, e estamos juntos.
Não estamos sozinhos, e estamos juntos.
terça-feira, 28 de abril de 2015
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Fugas e desencontros
A fuga, é quase sempre, o caminho mais fácil para se sair de
situações que nos desafiam, ao ponto de não sabermos como lidar com elas. Mas é
também e sempre, a forma mais triste e medrosa de lidar com essas situações. Pode-se
fugir por cansaço, por se achar que não vale a pena, por se achar que não muda
nada, por se achar que não conseguimos lidar com o outro, com as suas palavras,
com os seus sentimentos, por não se querer estar mais ali, naquele tempo e
espaço. Mas deve haver sempre um momento em que o mostramos, não se vira costas
como se tudo o que foi vivido fosse pó, a desfazer-se no ar. Não se vira costas sem deixar que o outro
possa dizer algo, nem que seja despedir-se. É um acto de compaixão e de Amor
que devemos a nós, e a quem nos ligamos nesta vida, mas claro, nem todos
estamos preparados para viver com essa qualidade.
E o que fazer, quando alguém foge, deixando-nos com tantas
palavras presas na garganta, e tanta emoção dentro do coração? Lidar com a fuga de quem se amou, é como querer
enterrar um morto, sem se ter encontrado o corpo.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Mapa da vida
Encontrar um nexo, um senso de causalidade no meio do caos e
do desnorte, tentar encontrar a bússola que tantas vezes se desorienta, se
perde, se parte.
E encontramo-nos perdidos essencialmente de nós mesmos,
afastados daquela parte de nós que sabe a resposta, cegos pelo brilho e surdos
de tanto ruído do exterior.
E encontrar o mapa que nos leva ao entendimento de tudo o
que acontece, de tudo o que nos acontece, de tudo o que nos permitimos
acontecer, torna-se um objectivo. E onde está o mapa? Está dentro! Sossegar a
mente, sair do reboliço do mundo, e nesse Silêncio deixar aflorar a sabedoria e
a orientação do nosso Ser Interno, Centelha Divina, Essência de Amor e Luz.
Assinar:
Postagens (Atom)













